Usar IA não é o mesmo que operar melhor com IA.
Eu redesenho operações de Produto e Design para incorporar IA no fluxo real: o que muda, quem decide, o que automatiza, o que continua humano, como governar e como medir.
Da dor ao novo operating model.
Diagnosticar a operação real
Fluxos, papéis, tempos de espera, handoffs, retrabalho, custo e riscos.
Priorizar oportunidades
Onde IA tem potencial de alterar custo, velocidade, qualidade ou capacidade.
Redesenhar o fluxo
O que some, o que muda de ordem, o que vira agente, automação ou apoio inteligente.
Definir ferramentas e arquitetura operacional
LLMs, agentes, MCPs, bases de conhecimento, automações e integrações adequadas ao contexto.
Pilotar e aprender
Implementação controlada para validar ganho antes de escalar.
Adotar e governar
Rituais, papéis, políticas, treinamento e critérios para uso responsável.
Medir e evoluir
Lead time, custo, retrabalho, qualidade, produtividade e ROI quando aplicável.
Gedanken: os desenvolvedores já usavam IA.
Esse detalhe é o ponto. O ganho de 90% no ciclo não veio de “começar a usar IA”. Veio de mudar o operating model para Design to Code.
Antes
- Desenho no Figma
- Handoff para engenharia
- Interpretação e desenvolvimento
- Checagem da entrega
- Correções e retrabalho
Depois
- Design estruturado no Figma
- Contexto conectado via MCP
- Desenvolvimento assistido diretamente por IA
- Menos tradução e menos handoff
- Entrega em cerca de 1 dia
A McKinsey estima entre US$ 2,6 tri e US$ 4,4 tri de valor anual potencial da IA generativa em casos de uso analisados. Isso não transforma uma empresa automaticamente: é preciso escolher e operar os casos certos.
Fonte: McKinsey →Me mostre uma operação que está lenta, cara ou dependente demais de pessoas.
Eu avalio se existe uma oportunidade real de IA — e se não existir, essa também é uma resposta útil.